O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia Afonsina
A Tragédia de Pedro e Inês

Este livro procura contar-nos um pouco da história de Portugal, tendo como fulcro o Mosteiro de Alcobaça e uma história de amor, a de D. Pedro e D. Inês de Castro, história que terminou tragicamente e entrou no imaginário universal.
Como os protagonistas foram o filho dum rei e uma dama espanhola de alta estirpe, iremos conhecer primeiro um pouco a mentalidade da época, num tempo em que o poder estava nas mão do rei, que para o exercer, precisava de ajuda das duas ordens privilegiadas: a nobreza e o clero. Os monarcas da dinastia de Borgonha, iniciada com Dom Afonso Henriques passam pelos nossos olhos com as suas fraquezas e coragem, pois um deles, D. Pedro I, foi o protagonista da nossa "história de amor".
É então que o Mosteiro de Alcobaça se agiganta, através da pessoa do D. Abade, o outro poder que quase ombreia com o dos reis da "Dinastia Afonsina". O seu prestígio foi tal, que quando já rei, D. Pedro I mandou trasladar para Alcobaça o corpo da doce Inês. Segundo Fernão Lopes, foi esta a mais honrosa trasladação que até aquele tempo, em Portugal, fora vista: "e fez trazer o seu corpo do Mosteiro de Santa Clara em Coimbra hu jazia, ho mais honradamente que se fazer pode, ca ella vinha em hummas andas muito bem corregidas para tal tempo... Pelo caminho estavam muitos homeens com círios nas mãos... e assi chegarom atta o dito moesteiro, que eram dalli dezassete legoas, omde com muitas missas e gram solenidade foi posto em aquel muimento. Semelhavelmente mandou fazer el-rei D. Pedro outro tal muimento e fê-lo por junto dela pera quando se aqueecesse de morrer o deitarem em elle"...
Os dois túmulos góticos são ainda hoje o documento amoroso mais extraordinário que nos legou a Idade Média e, perante eles, se extasiam os milhares de forasteiros que ocorrem ao Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.

 
O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia Afonsina
  Preço: 20€  


 
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O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia de Aviz

A Dinastia de Aviz, nascida desta união, projectou para o futuro a imagem virtuosa e culta do seu fundador, D. João I o “Rei da Boa Memória”.
Alguns dos seus reis e príncipes tiveram profundas ligações com o Mosteiro de Alcobaça, a começar por D. João I, que nas cortes de Santarém de 1420, assegurou de um modo claro e inequívoco: “A Abadia é nossa e dela faremos o que entender”
Seu filho D. Pedro, o “ Infante das Sete Partidas”, verdadeiro mentor dos Descobrimentos, teve estreitas relações com o abade D. Estevão de Aguiar, a quem confiou uma cópia do famoso mapa-mundi de Fra Mauro, verdadeiro embrião do Plano da Índia. Ainda foi ele que recorreu em momentos cruciais da sua vida, nomeadamente quando tomou a regência do reino e antes da batalha de Alfarrobeira onde morreu... Dois outros reis, D. Manuel I e D. Sebastião, visitaram algumas vezes a velha abadia e procederam a obras de beneficiação. O Cardeal D. Henrique, seu abade comandatário, aí residiu algum tempo e foi de lá que, entre lágrimas, partiu para Lisboa, para ocupar o trono, vago pela morte do seu sobrinho neto D. Sebastião, em Alcácer Quibir. Velho e doente, reinou apenas dois anos... Com ele terminou a Dinastia de Joanina ou de Aviz que tantos momentos de glória deu a Portugal.

  O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia de Aviz   Preço: 15€  



 
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O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia de Bragança

Este livro descreve os factos mais relevantes que se passaram no Mosteiro de Alcobaça entre 1640, data da Restauração da Independência de Portugal e 1833, altura da saída definitiva dos cistercienses da famosa abadia. Foram 193 anos em que surgiram momentos notáveis na escultura barroca, personalizados pelos monges barristas, de cujas mãos saíram belíssimas esculturas que povoam o mosteiro e também na literatura, com a continuação da Historiografia Alcobacense, que não obstante recorrer à fábula e ao maravilhoso, enriqueceu a cultura Portuguesa.
No que concerne à economia e sociedade, há a realçar dois momentos distintos. O primeiro, de prosperidade, deveu-se à sábia política económica do Abade D. Manuel Mendonça, sobrinho do Marquês Pombal e reflectiu-se no enriquecimento das terras dos Coutos e o segundo, no séc. XIX, de angústia e pertubação, ja que num contexto social e político diferente, resultante da Revolução Francesa, os camponeses começaram a encetar uma luta vigorosa contra o seu senhorio, um dos mais odiados donatários que havia em Portugal. Esta luta, apoiado por algumas câmaras das vilas e coutos, incrementou-se no reinado de D. Miguel, especialmente em Alfeizerão, Aljubarrota, Santa Catarina, Salir de Matos e Turquel e dela, resultou grande violência e revolta.
Entretanto, em, 1833, os frades acabaram por fugir do mosteiro, atemorizados com a vitória dos liberais, na conclusão de um processo progressivo de erosão do poder religioso face ao secular. Não obstante isso, Alcobaça seguiu em frente, ganhando dinamismo e progresso, de tal modo que em finais do século XIX, era uma vila próspera e culta em que apetecia viver e conviver...Eram realmente os novos tempos!...

  O Mosteiro de Alcobaça e a Dinastia de Bragança   Preço: 18€  

 

 

 

 

 
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  A Tragédia de Pedro e Inês

Inês foi assassinada a 7 de Janeiro de 1355 em Coimbra e sete anos depois, D. Pedro para honrar a memória da sua amada, ordenou a sua transladação para o Mosteiro de Alcobaça.
O cronista Fernão Lopes, na «Crónica de D. Pedro», refere assim o acontecimento: «Mandou D. Pedro obrar um muymento de alva pedra, todo muy sutilmente lavrado, pondo, elevada sobre a tampa de cima a imagem della com coroa na cabeça como se fôra Rainha; e este muymento mandou pôr no Mosteiro de Alcobaça, não à entrada onde jazem os Reys, mas dentro da Igreja, à mão direita, junto da Capela
Mor, e fez trazer o seu corpo do Mosteiro de Santa Clara de Coimbra, onde jazia, o mais honradamente que se fazer pode...»

 
A Tragédia de Pedro e Inês
  Preço: 12€  

 

 

 

 

 
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  Mosteiro de Alcobaça
A Escultura

A abadia de Alcobaça, tal como todas  as outras da Ordem de Cister, seguiu um estilo severo, e por isso a escultura nunca atingiu a importância da arquitectura.
Nos seus primórdios, limitou-se ao espaço dos capitéis, cuja ornamentação era profundamente contida e cujo vocabulário ornamental, constituído por motivos de carácter geométrico-abstracto ou vegetal, correspondia a um estado de espírito que evitava a figuração.

 
Mosteiro de Alcobaça A Escultura
  Preço: 6€  

 

 

 

 

 
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Mosteiro de Alcobaça
Património Mundial

... O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, fundado em 1153, ano da morte de S. Bernardo, é uma construção de vários séculos, em que ressalta o hibridismo. A primeira igreja, Alcobaça I, foi do tipo bernardino e Alcobaça II, construída sobre os seus alicerces, sofreu a influência de Claraval III e por isso, ficou presa à arte de Borgonha e Norte de França, não tendo grande afinidade com as igrejas tradicionais da época.
A sua fundação está ligada a uma lenda que nos conta que a sua construção resultou do cumprimento de um voto feito pelo nosso primeiro Rei, no cume da Serra dos Albardos, a seu primo Bernardo, abade de Claraval. Deste, resultou a doação à Ordem de Cister, de todas as terras que daí se avistassem, caso saísse vitorioso da batalha pela posse de Santarém, ocupada pelos mouros...

 
Mosteiro de Alcobaça Património Mundial
  Preço: 6€  

 

 

 

 

 
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  Entre a Serra e o Mar
Etnografia da Região de Alcobaça

...Considerando que a terra foi a maior riqueza dos tempos medievais, não admira que os frades de Cister escolhessem esta fértil região para fundar o maior mosteiro da Ordem. Durante séculos, os frades de Alcobaça trabalharam intensamente estes campos... e, consoante a fertilidade ou pobreza, surgiu posteriormente a partilha entre a agricultura e a indústria. As características populacionais foram-se diferenciando e a dicotomia serra/mar, contribuiu para o enriquecimento etnológico e etnográfico...

 
Entre a Serra e o Mar Etnografia da Região de Alcobaça
  Preço: 19€  

 

 

 

 

 
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  O Manuelino no Mosteiro e Coutos de Alcobaça

O Manuelino foi uma arte de charneira entre o Gótico final e a primeira renascença que se começou a manifestar nos finais do reinado de D. João II, desabrochou em todo esplendor no reinado de D. Manuel I e se prolongou até aos primeiros anos do governo de D. João III. Associou a arquitectura às artes do efémero e por isso, mais do que um estilo, foi uma decoração arquitectónica, mesclada de exotismo, naturalismo e influência marítima.

 
O Manuelino no Mosteiro e Coutos de Alcobaça
  Preço: 24€  
   
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A Lenda da Fundação do Mosteiro de Alcobaça no Azulejos da Sala dos Reis

..A lenda da fundação do Mosteiro de Alcobaça está historiada nos painéis de azulejos setecentistas, presumivelmente da fábrica de Juncal, que revestem a parte inferior das paredes da Sala dos Reis do Mosteiro de Alcobaça.
Esta representação foi feita numa clara intenção de preservar uma determinada memória e sublinhar o papel de D. Afonso Henriques e da Ordem de Cister na criação do reino de Portugal.
A importância espiritual e económica da abadia ao longo da história, levou a que Frei Bernardo de Brito construísse esta lenda na Chronica de Cister, numa altura em que se começava a elaborar uma historiografia nacional ligada à figura do nosso...

 

 
 
Preço: 6€
 

 

 
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  Por Terras dos Antigos Coutos de Alcobaça

"Por Terras dos Antigos Coutos de Alcobaça" está dividido em três partes:
A primeira abrange o Espaço, ou seja os limites geomorfológicos e hidrográficos dos Coutos de Alcobaça. Na linha seguida pelo historiador Braudel, o Espaço foi determinante para que, neste local, surgisse na Idade Média o Mosteiro de Santa Maria.
A segunda parte dar-nos-á a conhecer o Centro, um marco fundamental, porque foi de Alcobaça que emanou a energia criadora que galvanizou tudo e todos e conseguiu levar a Periferia ao desenvolvimento extraordinário que alcançou no séc. XIV e princípios do séc. XV.
A terceira parte, a Periferia, constituirá como que o desfolhar de um livro que nos levará aos mais recônditos lugares onde a influência da Ordem de Cister se fez sentir e ao pulsar da vida das terras sedentas do desenvolvimento e carinho que constituíram os "Coutos de Alcobaça".

 
Por Terras dos Antigos Coutos de Alacobaça
  Preço: 17€  

 

 

 

 

 
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  A Tragédia de Pedro e Inês

A rosácea existente no Facial da Cabeça do túmulo de D. Pedro I simboliza o ciclo da vida e é formada por três circunferências concêntricas. A do centro, constituída por uma corola hexapétala, representa o estático e imutável e as duas exteriores significam o movimento e o dinamismo, a que correspondem as alternâncias do Destino, a boa e má sorte...
“A vida humana gira instável como uma roda” e por isso, talvez a analogia com as vidas de D. Pedro e D. Inês, rolando continuamente, cheias de sucessos e desgraças, felicidade e infelicidade, até à morte redentora...

 
A Tragédia de Pedro e Inês
  Preço: 10€  

 

 

 

 

 
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  Rota dos Antigos Coutos de Alcobaça

..O visitante que queira conhecer a região de Alcobaça, deve começar por conhecer o Mosteiro e a cidade, situada num vale luxuriante, cortado pelos rios Alcôa e Baça, aproximadamente no local em que os romanos erigiram a sua Helcobatioe e posteriormente, os árabes fundaram Alcobaxa. Muitos séculos atrás, esta zona foi ocupada por povos pré-históricos, como atestam numerosos vestígios encontrados nas grutas de Carvalhal de Aljubarrota, Carvalhal de Turquel, Redondas e Cabeço de Turquel. Mais tarde, os romanos chegaram a estas terras e dessa ocupação foram encontrados sinais nos campos de Alfeizerão (Miliário de Adriano), Bárrio (Parreitas), Aljubarrota (Arruncia), Ribeiro do Pereiro (moedas e sarcófago) e Valado (Sepulcro das 9 Musas)...

 
Rota dos Antigos Coutos de Alacobaça
 
Preço: 12€
 

 

 

 

 

 
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Um Século de História de Alcobaça
1810-1910
Chalets e Palacetes do Romantismo Tardio

Em Portugal, tal como noutros países da Europa, o inicio da Época Contemporânea surgiu com as invasões Francesas, já que foram os exércitos napoleónicos que contribuíram para o ruir das estruturas feudais e senhoriais.
Alcobaça, não ficou imune a esta situação e talvez por isso, em Outubro de 1833, os cistercienses tenham saído definitivamente do Mosteiro, sem sequer esperar pelo famoso decreto da expulsão das Ordens Religiosas, de autoria de Joaquim António de Aguiar, Ministro da Justiça na regência de D. Pedro IV.
Quando um silêncio de morte desceu sobre a velha abadia e as portas se fecharam, julgou-se que a vila entraria em colapso ou corria risco de extinção... Porém, tal não aconteceu e livre da opressão dominadora de Cister, emergiu das cinzas através do labor de numerosos alcobacenses que congregaram esforços para construir uma nova Alcobaça.
Em todo o processo de desenvolvimento da vila teve papel predominante a burguesia, aberta às ideias de progresso e modernidade. Fortemente anti-clerical, identificada com a sociedade romântica e com o estatuto sócio-cultural do Romantismo, preocupada com o bem estar dos cidadãos, criou instrumentos de apoio aos mais desfavorecidos: Hospital, Pavilhão para Doenças Infecciosas, Asilo de Infância Desvalida, etc.
Foi nesta conjuntura de Romantismo Tardio que foram surgindo em Alcobaça belos chaletes, rodeados de amplos jardins, “o locus amoenus”, que ainda hoje encantam o visitante que por eles passa... Pertencentes a alguma burguesia local, atestam a vitalidade que este estrato social atingiu na 2ª metade do séc. XIX.

 
Um Século de História de Alcobaça Chalets e Palacetes do Romantismo Tardio
  Preço: 22€  

 

 

 

 
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Toponímia Alcobacense

Tal como as pessoas, as cidades, as vilas e as aldeias têm vida própria e parte da sua história encontra-se gravada nas praças, avenidas e ruas que as compõem. Para as distinguir, foram-lhe dados nomes (topónimos) que nos falam das gentes que de algum modo, marcaram as sociedades locais.
Deste pequeno opúsculo, assinalamos aqueles que, em, sucessivas gerações participaram no engrandecimento de Alcobaça e é nosso dever dá-los a conhecer como exemplo, as gerações vindouras.

 
Toponímia Alcobacense
  Preço: 12,50€  

 

 

 
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Santa Maria de Alcobaça
A vida numa Abadia Cisterciense
Séc. XIII - XIV

A vida monástica dos monges brancos de Alcobaça era ritualizada e ritmada por toques de sinos, com regras precisas, em que a austeridade e o ascetismo eram a marca dominante. O silêncio era apenas interrompido pelas leituras no Refeitório ou no Claustro da Leitura e por algumas palavras permitidas no Parlatório. De resto, imperava o silêncio completo e a comunicação fazia-se através de sinais feitos pelas mãos e braços.

O abade ocupava o lugar de Cristo na abadia e os seus discípulos deviam-lhe consideração e respeito. Governava sem autonomia, em obediência às directrizes de abadia mãe. Neste sistema hierárquico, após o D. Abade vinham o Prior, o Celeireiro, o Sacristão, o Chantre, O Porteiro e finalmente o Enfermeiro e o Mestre dos Noviços.

 
Um Século de História de Alcobaça Chalets e Palacetes do Romantismo Tardio
  Preço: 12€  

 

 

 

 
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